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ELE É A REFERÊNCIA DE UMA GERAÇÃO

 O New Musical Express elegeu o disco Off the Wall (1979) o 93º melhor álbum de todos os tempos em sua lista de 1993 – e 73º na de 2003. No mesmo ano, a Rolling Stone escolheu o trabalho como 68º de todos os tempos. E Thriller (1982), o disco que mais vendeu em toda a história? 
A lista da Rolling Stone o coloca como o 20º melhor. O Times britânico tascou o trabalho como o 12º mais influente da história da música ocidental em 2008.
Não cabe nem discutir o Jackson 5, que, com o hit I Want You Back, é frequentador assíduo das listas de melhores músicas. Meninos, Michael e irmãos tocavam e cantavam de maneira irrepreensível, mas com produtores e com a gravadora Motown selecionando repertório e arranjos.
Mas 10 anos depois, o prodígio Michael foi um dos responsáveis por criar o som pop que ouve-se hoje das rádios às pistas de dança. No moderno R&B norte-americano e suas variantes, então, a influência é 100%.
A música composta em parceria com outro papa do refrão e da melodia, o Paul McCartney, é o maior sucesso: Say Say Say, lançada em um álbum do ex-beatle de 1983. Segundo a Billboard, a canção superou clássicos como Thriller. Esteve seis semanas no primeiro lugar – e 18 dentro do Top 40 da revista.
Por trás de Off The Wall, o disco de pop moderno por excelência, existia o produtor Quincy Jones, de formação jazzística. Jones juntava o pop banal com arranjos luxuosos. O britânico Rod Temperton compôs os dois hits do disco – Don’t Stop ‘Till You Get Enough e Rock With You. Quase 30 anos depois, ainda são pontos de partida para qualquer artista que se estica pelo R&B moderno e pelo groove. O balanço funk que não é sujo, nem polido demais – aí está a preciosidade da mão do produtor Jones –, e o arranjo sem defeitos.

Baladas e ritmo são irretocáveis

"Michael escreveu muito do que está no LP. Working Day And Night e Get on the Floor retém a qualidade, só que adiciona o ritmo das pistas. Suas baladas são irretocáveis.
Já Thriller poderia ser um daqueles sucessos que ficam parados no tempo, mas 28 anos depois é um clássico. Há linhas de baixo perfeitas, ora engatando no ritmo (Wanna Be Startin’ Somethin’, Billie Jean, Baby Be Mine, Thriller) e momentos em que a estrela é a melodia, como The Girl Is Mine ou Human Nature (composta por Steve Porcaro, tecladista do Toto).
"Para mim o Michael é um GÊNIO da música, tanto dançando quanto cantando. As pessoas deveriam, antes de pensar nele como um pedófilo (coisa que eu tenho certeza que ele não era), uma pessoa que gastava o dinheiro em qualquer coisa, que ficou branco e fez muitas cirurgias, olhar o artista, o cantor, o dançarino, a pessoa incrível que ele era. Como ele mesmo falou, quando ele dança, ele se torna a música em si, ele se torna os instrumentos, a batida, e é isso que o faz ser tão mágico e encantador."
GABRIELA DUTRA, Organizadora do flash mob

"Nosso amado Michael se foi muito cedo, em meio a tantos sonhos e projetos do porvir ele partiu. Mas conosco fica muito mais que seu legado artístico, seu exemplo de amor e solidariedade. Nos fez perceber a verdadeira natureza humana e do que ela é capaz. Michael sempre nos ofereceu o melhor de si, declarou seu amor incondicional à nós, seus fãs, tantas vezes quanto possível; e seremos eternamente gratos por isso. Obrigado Michael por tudo que você representou para nós, pela criatividade e humildade, pelo carinho. Após um ano sentimos a mesma dor, o mesmo vazio sua ausência é presente. Continuaremos firmes defendendo seu legado de amor ao mundo, e por mais que você tenha nos amado com toda sua força, saiba que: ‘Nós o amamos mais!’."
CILENE ARAÚJO, Do fã-clube Cure o Mundo



Fonte:
http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default2.jsp?uf=2&local=18&source=a2948936.xml&template=3898.dwt&edition=14965&section=1315

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